quarta-feira, 8 de setembro de 2010

E agora?


Quando se pensava que o pior já tinha passado, que toda a turbulência à volta da selecção já tinha atingido o topo e que não havia forma de ficar pior, eis que uma jornada dupla (e logo a inicial na caminhada rumo ao Europeu) vem tornar as coisas ainda mais negras.

Sei que este post vem na mesma linha do que foi colocado antes dele, mas era inevitável não falar no tema. Um foi a seguir a um empate com o Chipre. Outro a seguir a uma derrota com a Noruega.

Foram dois jogos (principalmente o primeiro) que tinham tudo para trazer de novo a tranquilidade à selecção nacional. A primeira equipa era acessível, a segunda dava oportunidade de confirmar um problema ultrapassado. O seleccionador até era outro (ainda que provisoriamente). Não o deixaram preparar a equipa à sua maneira de ver o jogo (Queiroz estava sempre em cima de tudo) apesar de ser ele a estar no banco a sentir o pulso da equipa, limitaram-se a pedir que fosse a face do piloto automático. Não resultou.

Queiroz devia ter-se afastado estes jogos e os próximos, enquanto está suspenso, para deixar tudo acalmar. Voltaria depois para tentar provar uma vez mais o seu valor. Se falhasse seria então afastado definitivamente. Esta é a minha opinião. Pelos visto não é a da Federação.

Assistimos a um "linchamento" público de Queiroz Talvez devido ao facto de a Federação o querer despedir sem gastar dinheiro. Queirós ainda não provou nada, mas merecia o benefício da dúvida neste inicio de campanha (quando voltasse da suspensão). Com estes resultados, o seu futuro fica seriamente em risco.

A solução para este este imbróglio deverá ser radical. Quando Queiroz sair, apenas por maus resultados desportivos, toda a Federação deveria sair com ele. E talvez seja pouco, pois até o Secretário de Estado tem "ajudado à festa"... Uma mudança radical urge...

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